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Reprogramação Mental: como ela pode te ajudar


Hoje vamos falar sobre: reprogramação mental. Os desafios das pessoas nestes últimos tempos consistem em descobrir uma ferramenta eficaz para resolver os problemas no campo psicológico e ter assim, a tranquilidade para seguir suas vidas.

Na verdade, inúmeras técnicas são abordadas quando a pessoa descobre a necessidade de procurar um terapeuta, psicanalista e o psicólogo. Mas a Reprogramação Mental, trazida da Psicanálise, consiste numa técnica de aplicar falas repetitivas representada simplesmente na troca de pensamentos ruins ou chamados de distorcidos, por falas positivas e agregadoras.

Como em qualquer terapia, o acompanhamento é essencial para o progresso. Mas este exercício eleva a capacidade da pessoa retomar a tranquilidade e o bem-estar. Pois os pensamentos, sentimentos e outras situações de cunho psicológico estão associados aos traumas e conflitos que poderão gradativamente ser amenizados e substituídos.

As falas mais comuns que você pode ter são:

  • Autoculpa;

  • Desmotivação;

  • Desvalidar uma tarefa realizada, achando ser péssima;

  • Inexistência da positividade em relação a imagem.

Como é possível notar, um pouco destes itens normalmente reforça as chamadas Distorções Cognitivas que estão alinhadas a um processo negativo de si mesmo, deixando de lado o EU existencial.

Frequência no uso da Reprogramação Mental

Reprogramar a mente leva um período de intenso trabalho, bastando associar uma alusão com o momento do seu aprendizado quando criança em andar de bicicleta com a rodinha e com o tempo, você é direcionado pelos pais e familiares a retirada como meio de enfrentamento e progresso.

Justamente, o ato de tirar as rodinhas gera o sentimento de medo primeiramente, pois a associação vem pela ação das quedas e aí que mora a sua reprogramação mental, concretizando pensamentos de conquistas e vitórias com o passar do tempo numa aplicação constante, levando ao setor do aprendizado as falas positivas e agregadoras.

Além disso, um outro exemplo claro que ocorre as distorções é a separação e quase sempre rodeadas de conflitos e falas negativas, onde esta ação acaba sendo associada naquela pessoa mais frágil psicologicamente a acomodação semelhante ao exemplo simplista de tirar a rodinha, medo, angústia e pensamentos reforçando o negativo ou denominados como distorcidos.

Veja abaixo 5 falas constantes e que devem influir nesta reprogramação mental. Lógico que cada pessoa deverá criar sua lista de falas conforme suas necessidades:

  1. Eu sou uma pessoa inteligente;

  2. Segura;

  3. Vou vencer;

  4. Eu vou superar o término, pois o erro não é meu;

  5. Eu vou concluir minhas tarefas.

Percebe o autor destas fala? Você mesmo; aquela ou aquele que precisa reverter os traumas que foram concretizados ao longo do tempo e está acomodados por inúmeras situações de uma vida.

Onde aparecem essas distorções?

As distorções cognitivas estão acompanhadas por traumas que vão desde a infância, adolescência e na fase adulta. Algum conflito que gerou uma construção negativa sobre si e reduz qualquer ponto positivo que esta pessoa tenha, pensando sempre na negativa do processo. Por isso, o aparecimento destas falas negativas também acontecem no trabalho, nas famílias e nos relacionamentos diversos, onde se acomodam de tanta insistência.

Mas há uma eficácia numa técnica de Reprogramação Mental?

Por se tratar de uma técnica terapêutica, o acompanhamento é indispensável. E o autor para estas mudanças é exclusivamente a “pessoa” que está passando por essas distorções. Calma!!! O primeiro passo é que você reconheça a existência do problema e a outra é realizar o acompanhamento terapêutico, apresentando gradativamente as condições para reverter essas distorções.

Uma pessoa que chega ao tratamento terapêutico quer a cura e quase sempre de imediato. Mas para essa eficácia lembre-se que há um processo cognitivo em seu cérebro, guardando as informações com o tempo. Há uns processos que aparecem e motiva a parada no tratamento, por exemplo:

  • Resistência;

  • Vontade de desistir do tratamento, alegando que pode sair desta.

Normalmente, a resistência aparece primeiro pelo simples fato de o cérebro estar acomodado com outras práticas ou hábitos, devendo o paciente insistir na aplicação das falas desta “reprogramação” e propiciar a quebra desse sentimento primário.

Então, o outro aparece seguidamente, acreditando que poderá sozinha (o) vencer estas condições e aí mora a chamada “armadilha da mente”, bastando alguns dias para retomar as mesmas crises.

Há cura ao alinhar a prática da Reprogramação Mental?

Falar em cura desempenha uma função como um ralado que passa pelo processo do restabelecimento biológico ou doenças que dependem dos fatores externos. Portanto, leva um certo tempo até que sua mente aprenda a ser livre de quaisquer amarras. E voltando no exemplo da criança em que os pais tiram a rodinha da bicicleta e ganha posteriormente a confiança no seu potencial.

Além disso, a confiança e a determinação fará as pessoas acometidas por estas distorções no restabelecimento em direção ao sucesso.

Por fim, esta técnica vale para qualquer segmento, tudo que envolva a parte comportamental do sujeito, proporcionando a este cérebro a confiança de conquistar bons resultados e aprender a lidar com os conflitos, sendo estes naturais mediante a sociedade.


Por Jose Paulo Menezes de Souza

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