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Como a inteligência emocional pode me ajudar no ambiente de trabalho

Inteligência emocional já é um assunto recorrente em nosso blog e, com certeza, em nossos materiais em vídeo e presenciais também. E se você já se deparou com algum desses conteúdos já deve ter percebido que o controle das próprias emoções é um pilar essencial para qualquer etapa de nossas vidas.


O que é inteligência emocional mesmo?


Um rápido resuminho para você que ainda se confunde com o conceito de inteligência emocional: embora a sua ideia já vinha sendo debatida desde meados da década de 1960 — com o americano Hanskare Leuner —, a década de 1990 foi ainda mais importante para a conceitualização e aplicação dela.

Em 1990, os pesquisadores Peter Salovey e John D. Mayer discutiram a inteligência emocional em um artigo intitulado Emotional Intelligence. Cinco anos depois, contudo, o homem conhecido como o “pai da inteligência emocional” aprofundou-se na ideia, publicando um livro inteiro sobre o assunto.

Foi aí que todo o assunto transbordou e ganhou espaço definitivo em eventos, palestras, workshops, artigos acadêmicos, e claro, no dia a dia pessoal e profissional das pessoas. Tudo para equilibrar a nossa percepção sobre os sentimentos que temos e possuímos, diante de qualquer circunstância, passando a entendê-los e tendo a capacidade de lidar com eles.

Importante dizer que não se trata apenas de observar os próprios sentimentos, mas os de outras pessoas também.


O que significa ter inteligência emocional no trabalho?

Nesse contexto, a inteligência emocional no trabalho pode servir como uma capacidade que desenvolvemos e aprimoramos para lidar com as emoções na rotina corporativa.

Um exemplo: diante da pressão exagerada e constante de um gestor por resultados, o colaborador sente frustração, revolta, indignação e compreensíveis doses de estresse.

Entretanto, a inteligência emocional no ambiente de trabalho pode ser aplicada para entender não só essas sensações negativas que despertam, mas o lado do supervisor. E isso pode agregar em um diálogo produtivo e de resolução para encontrar um meio-termo benéfico para ambas as partes.

É uma maneira de conhecer-se, é verdade, mas tem o mesmo apelo positivo para as pessoas ao seu redor.


Como desenvolver a estrutura da inteligência emocional?

Tanto em seu aspecto particular como no ambiente de trabalho, a inteligência emocional pode ser pavimentada a partir de cinco pilares. São eles:

  • reconhecer as emoções;

  • controlar as emoções;

  • automotivação;

  • empatia;

  • habilidades interpessoais.

Vamos entender melhor cada um deles e como eles se associam à sua vida?

Reconhecer as emoções significa que você passa a adquirir (e desenvolver) mais consciência sobre si. Quando um sentimento se sobressai aos outros, por exemplo, você entende rapidamente o motivo disso.

Controlar as emoções, por sua vez, aprofunda-se na questão. Pessoas impulsivas, por exemplo, tentam conter essa sensação tão incontrolável, equilibrando os próprios sentimentos em seguida.

Já a automotivação tem a ver com a vontade e disciplina em persistir; não se deixar desanimar por uma frustração ou mesmo desistir e abandonar projetos pela metade.

A empatia está diretamente ligada ao que citamos no tópico anterior a respeito de reconhecer sentimentos em outras pessoas. A partir disso, você pode se tornar alguém confiável, que ouve os outros, mas também que respeita aquilo que um colega está sentindo e deixa-o processar as próprias emoções.

E as habilidades interpessoais revelam um pouco mais sobre o nosso esforço para criar e manter relacionamentos saudáveis com amigos, parentes e colegas de trabalho.

Por que desenvolver a inteligência emocional no trabalho?

Deu para ter uma ideia da importância da inteligência emocional no ambiente de trabalho?

Por meio dela, você contorna situações problemáticas, motiva-se a buscar seus objetivos — não importando o quão desafiadores eles sejam — e também agrega à construção de um ambiente positivo.

Sua performance de trabalho, portanto, é diretamente influenciada à sua inteligência emocional. E, como já revelamos, líderes tendem a ser pessoas com um elevado coeficiente de controle das próprias emoções.

Mas vale observar outros benefícios nessa prática, como:

  • clareza para compreender as próprias necessidades;

  • capacidade de avaliar soluções alternativas para problemas novos ou recorrentes;

  • melhor habilidade para gerir os outros;

  • melhor habilidade para gerir a si.

Aspectos, portanto, que somam ao que já destacamos até aqui. Algo elementar, inclusive, para agregar um propósito maior a tudo aquilo que fazemos!


Como desenvolver a inteligência emocional no trabalho?

Agora que já vimos a importância da inteligência emocional, que tal compreender como isso pode ser gradualmente aplicado na prática? Ou seja: em sua rotina de trabalho! Veja só as dicas que separamos!


Gerencie as emoções negativas

Emoções negativas são fáceis de render-se. Elas aparecem, impulsivas, e assumem o controle. Exatamente por isso, que não devemos deixá-las tomarem as decisões.

Por sua vez, experimente respirar, compreender o motivo de elas terem vindo à superfície dos seus pensamentos e comportamentos, e controle-as. A autoconsciência é a chave para lidar com todo tipo de emoção — inclusive, as negativas.


Desenvolva as suas habilidades comunicativas

Comunique-se bem. Por gestos, olhares, verbalmente e também por escrito. Saiba o que você pretende transmitir e pondere, previamente, melhor maneira de fazer isso.

Vale considerar esse exercício a partir de experiências passadas. Uma reunião na qual você não se saiu bem, uma entrevista, talvez, ou mesmo na resolução de um problema.

Revisitar as memórias pode ser um importante primeiro passo para desenvolver suas habilidades comunicativas e, com isso, adquirir mais inteligência emocional no trabalho.


Fortaleça a sua empatia

Outro ponto que já destacamos, mas vale reforçar: a empatia. Por meio dela, não concentramos a inteligência emocional em nós mesmos, mas aprendemos a estendê-la ao próximo.

E isso é de grande relevância para colocar-se no lugar dos outros e entender também a motivação, a frustração e os desafios que interpelam o caminho de pessoas com as quais dividimos grande parte da rotina.

Atente-se, então, mais às pessoas. Veja como elas agem, reagem e se relacionam com as situações e pessoas ao redor. Isso tudo ajuda a ponderar como relacionar-se com elas próprias, garantindo mais eficiência ao lidar com os colegas.


Saiba o que mais te incomoda

A capacidade de compreender o que tira você do sério é elementar para praticar a inteligência emocional. Pode ser a quantidade de e-mails improdutivos (ou de reuniões); a falta de colaboratividade na sua equipe; a própria gestão.

Isso tudo deve ser maturado, mentalmente, para que você entenda como superar tais adversidades. E, em vez do conflito impensado, que tal oferecer soluções?

Apresente maneiras de reduzir a quantidade de e-mails ou reuniões, fale com a equipe e com o gestor sobre as dificuldades enfrentadas com a atitude dele… Seja o motivo de mudança positiva. Esse é um fator especial para o uso da inteligência emocional no ambiente de trabalho.


Respeite seus limites

Por outro lado, leve em conta quais adversidades podem levar ao estresse, ao esgotamento e a um bem sem saída. Isso não deve evoluir para a frustração e a desmotivação, mas para a autoconsciência: existem coisas que fogem ao nosso controle. Por que insistir nelas?

Uma atitude positiva, complementarmente, é uma boa solução para conter os ânimos negativos. Saber que você tentou o máximo e deu o melhor de si já é algo que podemos tirar de lição. Algo muito mais valioso do que insistir nas mesmas atitudes para alcançar resultados diferentes e resolver questões até então insolucionáveis.


Absorva as críticas

A inteligência emocional não torna ninguém perfeito. Ainda vamos errar, aprender com esses equívocos, desenvolver nossas capacidades e entender mais sobre nós mesmos a cada dia.

E isso inclui ouvir as críticas quando colocadas diante de nós. Não ofenda-se e extraia o melhor delas. Afinal de contas, as críticas são feedbacks, e isso é um dos ingredientes que melhor nos apresenta caminhos para a constante evolução pessoal e profissional.


Trabalhe a sua respiração

Aí está uma dica prática para evitarmos a impulsividade: a respiração. Nem precisa ser uma meditação, em si, mas alguns minutos para você se dedicar em ouvir e controlar a respiração.

Especialmente, diante de um momento de estresse. Esse exercício ajuda a acalmar e a colocar os pensamentos em ordem e perspectiva. Não à toa, pode ser um meio interessante de obter a melhor solução para cada adversidade encontrada no caminho.


Pense antes de decidir-se por algo

Este tópico complementa o anterior: use o exercício acima para qualquer situação. Deixe-se refletir por mais tempo em uma decisão e não tome-a de imediato. Inclusive, existem pessoas que fazem isso de maneira técnica: já ouviu falar na regra do silêncio embaraçoso?

Nela, grandes nomes de sucesso, como Jeff Bezos (o presidente da Amazon), tomam o tempo necessário para responder a uma questão. Normalmente, dura 20 segundos. Você não precisa apegar-se aos números, mas experimente refletir cuidadosamente antes de responder a algo. Pode ser uma boa maneira de cultivar a sua inteligência emocional no trabalho.


Conte com auxílio profissional

Além de ioga, meditação e psicoterapia, a inteligência emocional pode ser trabalhada a partir de um auxílio especializado por profissionais. Trata-se de um processo, é claro, mas que ajuda a abrir portas para o nosso futuro.

Para tanto, gostaríamos de convidar você a conhecer o maior treinamento de inteligência emocional do mundo: o Método CIS! Por meio desse treinamento que oferece uma imersão de cinco dias aos participantes, usamos técnicas, exercícios e outras boas práticas cientificamente comprovadas, e que já impactaram mais de 700 mil vidas!

O Método CIS ajuda você a eliminar todas as barreiras sobre os seus objetivos, podendo ser aplicado para os mais diversos, como:

  • sucesso financeiro;

  • sucesso profissional;

  • alavancar a sua vida diante de momentos desafiadores;

  • fortalecer a conexão com a sua família;

  • gerir suas finanças e gerar riqueza;

  • construir relacionamentos saudáveis e sólidos.

Entre outros, que variam entre as esferas pessoal e profissional!

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